“Eu só quero o seu bem”

Boa intenção é algo legítimo, importante e de valor. Quando amamos alguém, seja da nossa família, amigos ou em um relacionamento, queremos fazer de tudo para deixar o outro bem, sem tormentas. E são muitos os conselhos que damos sobre as decisões que devem tomar, os auxílios que prestamos, as tarefas que facilitamos e a consolação que oferecemos. Às vezes, ficamos chateados quando vemos as pessoas falhando depois de termos conversado sobre o assunto, pois queremos ver resultados no outro. Mas em que ponto nossa prestatividade passa a ser disfuncional?

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“Eu não vou deixar de viver para ter dinheiro!”

Educação Financeira é um dos meus assuntos favoritos. Tenho debates frequentes sobre o assunto e percebi que há um padrão de reações quando tocamos em alguns pontos do tema. Por exemplo, sempre que eu falo que poupo e invisto, algumas pessoas demonstram preocupação sugerindo “Mas você tem que deixar um dinheiro para se divertir também”, como se meu hábito fosse mal planejado ou algum tipo de ingenuidade me impedisse de aproveitar o meu dinheiro. Ou quando falo que não acho necessário gastar centenas de reais de sexta a domingo toda semana para me divertir e sempre há alguém relacionando isso a desperdiçar coisas essenciais, como passar tempo de qualidade com a família e os amigos. Como digo a todos, Educação Financeira e mesquinhez caminham em lados opostos. Partindo desse princípio, a ideia deixa de ser sinônimo de privação.

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